ADAPTAÇÃO À NOVA ESCOLA

Quando por algum motivo a troca de escola é inadiável, a mudança pode ocorrer no segundo semestre do ano letivo. Ao escolher a nova instituição de ensino, os pais devem estar atentos aos valores da escola, localização e vontade da criança. Em qualquer fase da vida escolar, o aluno cria um vínculo com colegas e professores e se desligar deste ambiente conhecido nem sempre é tarefa fácil.

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Principalmente quando ainda no pré-escolar, os bebês vão precisar se adaptar aos horários, regras, rotina, professores e novos amiguinhos. Tanta novidade pode tornar o novo ambiente em um cenário assustador, capaz de criar manha, cenas na porta da escola e até mesmo pânico nas crianças. Porém, os pais podem desempenhar um papel importante nesta fase e tentar amenizar o medo para que os pequenos enfrentem com mais segurança a nova etapa. As crianças pequenas têm menos recursos emocionais para mudanças, pois tudo que é diferente e acontece longe dos pais as deixam inseguras.

Se liga nas dicas!

– Demonstrar segurança e otimismo (com equilibro!) durante a mudança é essencial para deixar a criança tranquila e menos ansiosa. Por isso, converse com ela e mostre que vocês estão juntos nesta adaptação.

– Depois de decidir pela escola ideal para o seu filho, leve-o para conhecer o ambiente antes das aulas começarem. Sabendo onde está a sua sala e os banheiros, por exemplo, a criança se sentirá mais segura e preparada para o primeiro dia de aula.

– Converse com a coordenação sobre as futuras avaliações e, principalmente, sobre o conteúdo do semestre que já passou e que ainda virá. Isso serve para saber se o seu filho também já aprendeu as matérias que foram ensinadas à turma.

– Vale acompanhar de perto a primeira semana do seu filho na nova escola. Veja se a criança foi acolhida de maneira especial e mantenha contato com os professores.

– Além de dizer para o seu filho estar aberto às novas amizades, é fundamental manter contato com os colegas da antiga escola. Dessa forma, ela saberá que é possível fazer novos laços sociais, mas sem perder outros.

A importância dos pais participarem das brincadeiras dos filhos

Muito se engana aquele que pensa que a brincadeira é apenas um momento de descanso para o pequeno. Desde o nascimento, a criança se relaciona com o mundo e, é nessa interação, que ela desenvolve capacidades motoras, cognitivas, sociais e de linguagem – e o momento do brincar ajuda nesse processo. Estimular os filhos a brincar é fundamental para eles e, participar da brincadeira, além de promover momentos alegres em família, ajuda o bebê a crescer com mais confiança e segurança nos pais, assim como eles confiam nos amiguinhos que brincam no decorrer da infância.

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Nos dias atuais, a interação entre pais e filhos está cada vez mais conturbada. A sociedade moderna criou um modelo familiar prático e calculista, em que os pais trabalham, os filhos vão para a escola e a atividade familiar cada vez mais se anula. O simples ato de brincar com as crianças já provoca mudanças no comportamento delas. Com tantas mudanças no mundo ao longo das últimas décadas, os pais ficaram um pouco perdidos e muitos se anulam na educação dos filhos.

Para alguns pais, o fato de trabalhar no intuito de oferecer algo melhor para o filho já é o bastante, o que acaba fazendo com que a desatenção com o filho seja algo constante. Muitas vezes para suprir a ausência os pais costumam agradar os filhos proporcionando algo que lhes divirtam, como; jogos eletrônicos, computador ou brinquedos convencionais.

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Por mais que procuremos preencher o tempo de nossos pequenos com diversas atividades tais como balé, natação, judô, escolinha de inglês, etc., participar das brincadeiras é uma ótima sugestão para passar mais tempo com os pequenos. Além de compartilhar do processo de descobertas da criança, você conhece ainda mais o seu filho e o ajuda a estreitar os laços afetivos. Vale salientar que nesse processo, o importante é o brincar, e não o brinquedo.

É através das brincadeiras entre pais e filhos que é possível entender um pouco do universo infantil. A interação da família através de brincadeiras mostra maiores resultados, pois é dessa forma que a criança percebe o quanto os pais estão dispostos a conhecer ou reconhecer o mundo dela. E essa cumplicidade faz com que ambos aprendam um com o outro, fortalecendo uma relação entre pais e filhos, gerando confiança.

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Como ocupar os filhos com atividades esportivas?

Quem tem filhos que não param quietos, todos serelepes, procura todas as formas de gastar a energia dos pequenos da melhor maneira! E uma dessas maneiras é a prática de esportes. Carolzinha, desde os seis meses, pratica atividades físicas, começou com a natação… Parecia um pitoco dentro da piscina… kkkkkkkkkk… A medida em que ela vem crescendo, procuro ocupar a mente, o corpo e tempo livre dela com outras atividades.

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Mas, devemos ter cuidados e não colocarmos a criança para fazer qualquer esporte só para ter o tempo dela ocupado. O bebê tem que ter empatia com a atividade e não se sentir obrigado a praticá-la. Tem que fazer de forma espontânea, encarando como mais um momento de diversão, sentindo prazer naquilo que está fazendo.

Natação, judô, balé… Esses são os esportes que Carol pratica de segunda a sexta. De manhã vai para a escola, à tarde para suas atividades físicas. Daí, muitas mamães me param e perguntam se isso não cansa ela. E a resposta sempre é a mesma: não! Às vezes fico me perguntando como, de fato, ela não cansa, não faz birra para ir para os aulinhas… Porque o tempo dela é ocupado de segunda a sexta, manhãs e tardes. Mas, muito pelo contrário… Às vezes, enquanto almoça, pergunto pra onde ela vai de tarde e ela responde com toda empolgação: natação! Judô! Balé!!! Agora ela diz isso com tanta empolgação, tanta alegria, que eu pego um pouco emprestado dessa energia dela… kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk… Pense numa criança pró-ativa, disposta e alegre!!! E, pelo jeito, Bellota vai seguir o mesmo caminho…

Pois bem, meus amores!!! Temos sim como ocupar a agendinha de nossos filhos com atividades diárias, sobretudo esportivas, que trazem inúmeros benefícios para a saúde e o bem estar dos pequenos. As atividades têm que ser como brincadeiras para crianças. Os pais devem fornecer apoio e orientação sobre como começar a atividade física. Pergunte a eles se querem ser parte de uma equipe ou fazer uma atividade individual, se inscrever em uma aula ou fazer a sua atividade com um amigo ou membro da família.

As crianças precisam se sentir motivadas a desfrutar das suas atividades. Manter um registro das atividades pode ajudá-las a traçar seu progresso, enquanto elogios e recompensas para cada pequeno passo alcançado pode ajudar a mantê-los motivados.

Quais os itens de segurança necessários para os brinquedos infantis?

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Na hora de comprar um brinquedo para nosso filho, uma das coisas que devemos observar logo de cara são os atendimentos básicos e prioritários de segurança do produto. Para cada grupo de brinquedos existem certificações diferentes, no Brasil, estabelecidas pelo Inmetro – Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia. São pré-requisitos que garantem a vida e a diversão, dos pequenos e dos pais. Conheça quais são essas condições!

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1 – Observe se o brinquedo é adequado à faixa etária da criança.

2 – Observe se os produtos possuem indicação de materiais não tóxicos.

3 – Evite brinquedos com partes pequenas removíveis. Crianças têm a mania de por tudo na boca.

4 – Não comprar produtos no comércio informal, mas, sim, no comércio legalmente estabelecido.

5 – Para brinquedos eletrônicos, a voltagem recomendada é de até 12 volts.

6 – As cordas e os cordões podem ser perigosos.

7 – Observe se o brinquedo possui pontas afiadas ou bordas, feitos de materiais tipo metal ou vidro – esses brinquedos não devem ser dados às crianças com menos de oito anos de idade.

8 – Nunca compre brinquedos sem selo do Inmetro.

Reino das Princesas encanta criançada no Recife

Gente, essa dica eu não poderia deixar de trazer para vocês, especialmente para quem é do Recife e região. Que tal proporcionar à sua pequena uma visita ao mundo das princesas da Disney? Pois é! Isso agora é possível… As queridas irmãs Adriana e Mariana Perylo, da Perylampo Festas, trouxeram para o Shopping Center Recife o Princesas – Reino Encantado, aberto para visitação, durante os finais de semana, até 12 de junho.

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Um espaço encantador!!! Um castelo cheio de princesas e príncipes, com salão de beleza, estúdio fotográfico, apresentação de dança, canto e teatro. O cenário que certamente faz parte do imaginário de muitas crianças apaixonadas pelas Princesas da Disney… E vocês não podem deixar de levar suas pequenas para curtir esse momento tão mágico… As crianças que forem ao local, além de poderem fazer uma transformação no visual, vão interagir com os príncipes e princesas. Além do mais, conferir as apresentações artísticas e muitas surpresas!!!

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E Carolzinha, claro, não ia ficar de fora dessa. Fantasiada de Sininho, ela esbanjou alegria e se misturou às princesas e príncipes!!! Carol se sentiu num verdadeiro conto de fadas!!! Os olhinhos brilhavam a todo momento… Lindo demais!!!

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Fiquem atentas que o evento acontece aos sábados e domingos. No último dia do Reino das Princesas, em 12 de junho, será realizado um sorteio com todos os participantes. O prêmio será uma sessão de fotos, dentro do espaço, com a empresa Gatomia Fotografia. O local ficará reservado exclusivamente para a criança sorteada, que poderá convidar até quatro amigas para vivenciarem a experiência. Que legal!!!

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Para participar, as crianças precisam ter entre 3 e 10 anos e é preciso reservar o horário na semana antecedente. A brincadeira tem duração de uma hora. O espaço está montado na 5ª etapa do Shopping Center Recife, no 2º piso, na rua Pe. Carapuceiro, no bairro de Boa Viagem. As reservas poderão ser feitas de segunda a sexta-feira, das 12h às 21h, no local. Valor: R$ 30 por criança.

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A volta dos brinquedos educativos

Os brinquedos educativos são grandes aliados do desenvolvimento e aprendizagem das crianças, visto que eles são pensados, estrategicamente, para trabalhar e despertar habilidades, sentidos e aspectos cognitivos e comportamentais – fatores que contribuem tanto para o crescimento psicomotor dos pequenos, como também para a construção da sua personalidade.

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Porém, estamos em um momento que a grande maioria dos brinquedos que encontramos nas lojas são eletrônicos. Querendo ou não, trazem benefícios para o desenvolvimento das crianças, porém, as estimulam a brincar sozinha, o que pode transformá-las em um adulto antissocial e fadado ao ócio – e demais problemas de saúde que isso venha a trazer mais tarde.

À proporção que brinca, a criança desenvolve sua cognição, tornando-se capaz de brincar com mais complexidade, desenvolvendo-se mais. Portanto o brinquedo educativo tem papel importantíssimo no acompanhamento desta evolução, para que a criança continue envolvida, elaborando brincadeiras variadas com o mesmo brinquedo.

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O brinquedo educativo é um forte aliado e, hoje, está voltando com tudo, sobretudo aqueles que permitem voltarmos ao tempo e elaborarmos brincadeiras mais sadias como cozinhar, cuidar da casa, do escritório, das finanças, etc. Este tipo de brinquedo foi projetado para atender às especificidades de cada período do desenvolvimento da criança, claro que não se esquecendo dos pré-requisitos básicos de segurança, respeitando normas técnicas da ABNT e selo de garantia do Inmetro.

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Por isso, presentear com brinquedos educativos incentiva à criança a aprender coisas novas, ser curiosa, trabalhar a criatividade e ter espírito de viver em equipe. Sendo assim, educar de forma divertida faz com que nossos filhos despertem o raciocínio lógico, a socialização, integração, competição, conhecendo várias diferenças culturais, sociais e raciais. Além do mais, esses novos brinquedos educativos, principalmente os que nós mamães brincávamos quando crianças, incentivam o adulto participar, também, da diversão da criançada.

Introdução alimentar a partir do 6º mês

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde recomendam o aleitamento materno exclusivo até a criança ter 6 meses. Depois dessa idade, o leite materno não contém mais, sozinho, todos os nutrientes de que o bebê precisa, especialmente o ferro. Por isso, outros alimentos passam a ser necessários para complementar a dieta.

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Alguns especialistas recomendam a pequena introdução de alimentos, fora o leite materno, entre o 4º e 5º mês de nascido do bebê. Mas, a certeza é de que a partir dos 6 meses, o sistema digestivo já está mais forte para enfrentar eventuais infecções ou alergias causadas por novos alimentos. Além disso, o bebê começa a movimentar a mandíbula de um lado para o outro, imitando a mastigação.

Aos poucos, o bebê vai começar a comer frutas amassadas e raspadas e gradativamente passará para as papinhas salgadas, primeiro no almoço e depois no jantar. Tudo sem pressa, com muita paciência, mas também com persistência. O ideal é que essa introdução de alimentos continue sendo acompanhada do aleitamento materno até os 2 anos de idade.

Mesmo que seu filho ainda não tenha dentes para mastigar, os especialistas consideram importante que ele se acostume a engolir pedacinhos de comida. Procure oferecer alimentos amassados, e não batidos no liquidificador. Amassando a comida, você deixa que seu filho perceba as diferentes texturas dos alimentos e as sensações que eles provocam na boca. E ele também sente melhor os sabores.

Poucos dias antes de completar o sexto mês de vida, eu introduzi uma papinha na alimentação de Bella… E qual foi a reação dela? Adoroooou! Na verdade, a partir do quarto mês dela, eu passei a observar que ela ficava super atenta nas comidas por perto, como se quisesse experimentar, principalmente quando via Carolzinha comer sozinha. Tenho certeza que Bella vai ter um paladar bem apurado e, dificilmente, irá rejeitar comida, tendo em vista a alegria dela ao comer a primeira papinha. Por sinal, eu trouxe essa e outras receitinhas para vocês experimentarem com seus pequenos. Tomem nota!

Papinha de feijão

Ingredientes: feijão mulatinho, 01 batata inglesa, pedaço de jerimum, 01 dente de alho e coentro.

Modo de fazer: cozinhar bem o feijão com o dente de alho e coentro, a batata e o jerimum também, deixando tudo bem molinho. Depois é só passar no liquidificador ou amassar e misturar bem. Obs.: cuidado com o uso excessivo do feijão, esse alimento causa gases.

Papa de banana

Ingrediente: 01 banana

Modo de fazer: descasque a fruta e amasse com um garfo. Sirva com uma colher de plástico ou silicone. Obs.: bananas-maçãs tendem a prender o intestino, sendo recomendadas para o caso de diarreia e enquanto as nanicas soltam, sendo usadas para combater a prisão de ventre.

Papa de caldo de carne com jerimum, mandioquinha (ou batata) e cenoura

Ingredientes: 100 gramas de carne bovina magra, como coxão duro ou músculo, 01 fatia de jerimum, 01 mandioquinha, 01 cenoura, água filtrada.

Modo de fazer: corte a carne em pedaços e refogue em uma panela com um pouco de óleo vegetal. Quando começar a ficar corada, acrescente a abóbora, a mandioquinha e a cenoura descascadas e grosseiramente cortadas e uma pitada de sal, se desejar. Cubra tudo com água filtrada, tampe a panela e cozinhe em fogo baixo até que os legumes estejam moles (a abóbora pode levar mais tempo que a cenoura). Separe a carne e amasse o resto com um garfo ou passe pela peneira.

Papa de caldo de frango com abobrinha, batata e cenoura

Ingredientes: 100 gramas de peito ou coxa de frango, 01 abobrinha, 01 cenoura, 01 batata, água filtrada.

Modo de fazer: com o frango cortado em cubos, aqueça o óleo vegetal em uma panela e refogue até que mude de cor. Acrescente então a abobrinha, a batata e a cenoura descascadas e cortadas e uma pitada de sal, se quiser. Cubra tudo com a água e cozinhe lentamente até os legumes amolecerem. Retire o frango e amasse a mistura restante com um garfo ou passe na peneira.

Alergia ao leite ou intolerância à lactose? Saiba diferenciar!

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O leite é um alimento extremamente importante, principalmente nos primeiros anos de vida. Pois, além de ser fonte de proteína, também é a maior fonte de cálcio, elemento que ajuda – e muito – na formação óssea. No entanto, existem alguns casos de pessoas que não podem tomá-lo por conta de alergia ou intolerância. Quando nos bebês, essas duas patologias acontecem de forma muito semelhantes e deixam o pequeno irritado, chorando muito e sem querer se alimentar, dentre outros sintomas. E é sobre isso que vamos discutir neste post, a diferença entre alergia ao leite e intolerância à lactose.

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O que devemos saber de antemão é que a alergia ao leite da vaca se dá pela presença de algumas proteínas que são identificadas pelo sistema imunológico como um agente agressor. Nos bebês menores de seis meses ocorre comumente na transação do leite materno para o da vaca. Já a intolerância ocorre porque o organismo não produz ou produz em baixa quantidade a lactase, enzima responsável pela digestão da lactose, ou seja, a intolerância está ligada ao açúcar do leite.

Saiba identificar os sintomas e diferenciar alergia ao leite da intolerância à lactose:

Alergia ao leite de vaca

– Urticária e vermelhidão, principalmente ao redor da boca, dos olhos e do nariz;

– Lábios e olhos inchados;

– Nariz escorrendo ou entupido;

– Espirros;

– Olhos lacrimejando;

– Irritação na garganta;

– Náusea, vômito e diarreia;

– Tosse, chiados e falta de ar.

– Em alguns casos: refluxo gastroesofágico (gofo persistente), cólica, presença de sangue ou muco no cocô.

Intolerância à lactose

– Forte diarreia;

– Gases;

– Cólicas;

– Distensão abdominal (barriguinha inchada).

A alergia ao leite da vaca é algo mais complicado, costumando restringir a vida do bebê e, futuramente, da criança e do adulto, visto que os sintomas aparecem rapidamente não só pela ingestão do leite, mas pelo contato ou cheiro do alimento. Se for muito grave pode inchar as glotes, as vias respiratórias, faltar o ar e até mesmo ocasionar o choque anafilático. Portanto, fiquemos bem atentas para esses sintomas. Sabendo disso, se for identificado em seu filho esse tipo de alergia, tome cuidado não só com os alimentos, mas com produtos à base de leite, tais como xampu, hidratantes, dentre outros. A intolerância à lactose pode se manifestar mediante a quantidade de leite ingerida.

Para ajudar aos bebês e crianças com alergia ao leite da vaca existe um tratamento chamado dessensibilzação ao leite, que faz o paciente tomar doses diárias de leite de vaca diluída em uma solução até o corpo de acostumar e conseguir tomar uma quantidade considerável sem dar reação. E o mais importante: não comprometer a formação óssea.

No Dia Internacional do Livro, o Blog da Karlitcha traz dicas de leituras infantis!

Olá, amores!!! Olha eu aqui de volta!!!

Bem, vocês que me acompanham, perceberam que eu dei uma sumidinha por aqui… Mas foi por um motivo mais do que justo! Com o nascimento da minha segunda filha, minha Bella (Bellota, porque é a gordinha mais linda do mundo! Rsrsrsrsrsrs…) eu quase que fiquei sem tempo!!! Muitas de vocês sabem… Cuidar de um bebê já requer a maior atenção do mundo… Agora imagine cuidar de uma recém-nascida e de uma Carolina de 03 anos!!! Parem tudo… Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk… Êeeee delícia ser mãe de duas meninas… Mas dá um trabaaaalho… hihihihihihihihihi…

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                                 Olha minhas princesas!!! Créditos no instagram @karlitchaa

Então, estava morrendo de saudade de ter esse contato diário com vocês. Não prometo escrever aqui todos os dias, pois as coisas estão se ajustando e ainda tenho minha vida de empresária que me prende um pouco também!!! Contudo, prometo que, pelo menos, uma vez na semana vamos discutir assuntos importantíssimos nessa esfera que engloba a relação mãe e filhos… Vou tratar de tudo um pouquinho: moda, alimentação, saúde, dicas de viagem, novidades para o mundo infantil, comportamento, etc…

E para voltarmos com tuuuuudooo… Vamos conversar sobre educação!? Pois é! Na situação em que está nosso país, eu só vislumbro mudança nosso Brasil com duas coisas: amor e educação. Portanto, vamos depositar todas essas duas variantes em nossos pequenos, na esperança que eles tragam um futuro melhor, mais digno para a nossa nação! E por falar em educação, nesta segunda, comemoramos o dia mundial do livro infantil. Como eu sempre disse: por mais que a tecnologia nos proporcione aprendizagem e interação com os quatro cantos do planeta, é num bom livro que a criança viaja no mundo imaginário e, de lá, consegue desenvolver suas aptidões e opiniões sobre o seu redor, sem falar nos benefícios que a leitura oferece, tais como: desenvolvimento da fala e da escrita, poder argumentativo, criatividade, dentre outros.

E aquela antiga tradição, de ler um livro para o filho dormir, é a melhor forma de estimulá-lo à leitura. Com Carolzinha (e agora Bella) seguimos esse ritual todas as noites. Quando eu menos espero, Carol já está na cama com um dos livrinhos de sua coleção. São aventuras, contos de fadas e sem falar dos clássicos da literatura infantil. Sendo assim, como dicas neste post de hoje, resolvi listar algumas obras que fazem sucesso com a criançada aqui em casa. Tomem nota!


1 – Reinações de Narizinho:
não poderia começar essas dicas em falar do pai da literatura infantil brasileira, Monteiro Lobato! A obra é uma das mais importantes da nossa literatura, pois além de dar asas á imaginação dos pequenos leitores, estimula o gosto pela leitura e fala de assuntos importantes de se retratar, como por exemplo, no conto “O irmão do Pinóquio”, em que Lobato faz uma crítica ao preconceito, mostrando que várias vezes as pessoas julgam os outros pela aparência e pelo o que parecem ser. Porém, o que mais chama atenção em ‘Reinações’ é o estilo bem brasileiro e cultural. Sem falar que nele conhecemos toda a trupe que deram origem ao fabuloso Sítio do Picapau Amarelo.

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2 – O Menino Maluquinho: Ziraldo e seu imortal menino com a panela na cabeça! Outra grande obra da literatura infantil que nossos pequenos têm que conhecer. De tão bom, o livro já foi adaptado duas vezes para o cinema. Apresenta as histórias e invenções de uma criança alegre e sapeca, “maluquinha”. São cartuns e atividades que descrevem liricamente o sabor da infância. De vez em quando Carol aparece com uma panela na cabeça… kkkkkkkkkkkkkkkkkkk…

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3 – O Pequeno Príncipe: quem nunca replicou a frase “tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas” não sabe o que é ter uma infância regada por boa leitura. Acredito que mais da metade da população mundial leu o best seller do francês Saint-Exupéry, centrado em valores fundamentais e universais. O terceiro livro mais traduzido do mundo, contabilizando aproximadamente mais de 160 idiomas, e um dos mais vendidos por todo o planeta e debate na viagem do principezinho a perda da inocência e fantasia ao longo dos anos, conforme as pessoas vão crescendo e abandonando a infância, percebendo como as pessoas deixam de dar valor as pequenas coisas da vida conforme vão ficando adultas. Imperdível!!!!

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4 – Max, o corajoso!: foi escolhido pela Revista Crescer como um dos 30 melhores livros infantis de 2015. E, de fato, é muito bom! Max é um gato muito corajoso. É por isso que ele odeia quando as pessoas o chamam de “gracinha” ou amarram um laço no pescoço dele, afinal, uma fita cor-de-rosa não cai bem para um gato que não tem medo de nada! Então, para provar a sua braveza, Max decide virar um grande caçador de ratos. Mas o único detalhe é que, na verdade, ele nunca fez isso, e vai ter que descobrir o que é um rato antes de começar a caçada.

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5 – O livro com um buraco: esse chama atenção até pelo próprio designer. Ele tem, literalmente, um buraco no meio de suas páginas. Cada dupla traz uma ilustração, que, junto com um pequeno texto orientador, propõe alguma interação com o buraco. Assim, mais do que desenhar, pintar ou recortar, a proposta deste livro é envolver completamente o leitor na brincadeira – ou, melhor dizendo, no buraco: vale colocar o rosto, enfiar o braço, fazer dele uma cesta de basquete e tudo mais que a inventividade permitir.

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6 – Vamos ajudar o Gildo?:  amanheceu um lindo dia e Gildo tem um monte de atividades pela frente. Mas o simpático elefantinho ainda é muito pequeno para fazer algumas coisas sozinho. Gildo quer se divertir no balanço, brincar de esconde – esconde com os amigos, desenhar e pintar ao lado de Paulo , tomar um banho caprichado, ajudar o papai na cozinha, ouvir uma bela história contada pela mamãe e, é claro, descansar no final do dia para repor as energias! O pequeno ou a pequena vai querer, com certeza, ajudar o Gildo!

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Então, acho que com essas dicas vocês já podem começar a coleçãozinha dos seus príncipes e princesas. E o melhor: esses livros não são caros, no máximo custam R$ 45,00 e podem ser achados nas melhores livrarias do Brasil, que entregam em todos os lugares. Boa leitura!!!!

Ative o reflexo de calma do bebê e acabe com o chororô!

Qual é a mamãe que quase não enlouquece quando seu bebê recém-nascido não para de chorar??? Diante de tantas atribulações na vida maternal inicial, ter que acalmar um beber chorão e, muitas vezes, não saber o real motivo do chororô – podendo ser cólica, refluxo, dores ou, até mesmo, birra – é um tarefa complicada, que acaba em um ciclo vicioso: o bebê irritado e a mãe mais ainda.

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Contudo, de acordo com o livro “O bebê mais feliz do pedaço”, do Dr. Harvey Karp – que eu li e super recomendo – é necessário seguir 5 passos para ativar o reflexo da calma no bebê. É como se todos os bebês nascessem com um botão de “desligar” o choro, que é ativado quando você reproduz essa sequência de forma eficiente e exata. Tem que treinar um pouquinho, mas depois que você pega o jeito, o recém-nascido se acalma rapidamente. Veja como funciona!

 Enrole o bebê na manta

Isso é fundamental para acalmar o bebê, pois reproduz melhor a sensação intrauterina. Nos primeiros meses, ele não tem controle motor de braços e pernas e a movimentação involuntária dos membros poderia irritar o bebê. Pode acontecer que muitos bebês se irritem logo que são enrolados, mas, depois de um tempo, prosseguindo com os demais passos, eles se acalmam. Portanto, insistir na manta pode ser uma boa ideia.

Coloque o bebê de lado ou de barriga para baixo

Alguns bebês não gostam de ficar de barriga para cima quando acordados, pois isso ativa o reflexo de reação à queda e eles ficam inseguros. Use travesseirinhos e almofadas e coloque-o de lado ou de barriga para baixo, mas sempre mantendo a cabecinha livre e alta, para não sufocá-lo.

O som “Shhhhhhhhhhhhhr”

É o famoso barulhinho no ouvido do bebê. Aliás, barulhinho não, pois deve ser pelo menos da altura do choro do bebê. Nada de fazer aquele shh, shh, shh, baixinho. Isso também remete ao período intrauterino, em que o bebê ouve todos os ruídos do interior do corpo da mãe (pulsação, estômago, intestino, etc). Os chamados ruídos brancos também funcionam para acalmar o bebê pelo mesmo motivo.

Balance o bebê

Balance levemente e continuamente – no mesmo ritmo – o bebê. A maioria deles pega logo no sono depois de certo tempo assim. Cante baixinho uma musiquinha enquanto balança o bebê.

Dê algo para o bebê sugar

Uma chupeta ou o seu próprio dedo podem ser bastante úteis. Nem sempre será necessário que você chegue a este passo. Há situações em que o bebê se acalma logo no segundo ou no terceiro. Viciar o pequeno em chupeta não é tão legal, mas, se esse for o último recurso que funcione, não custa nada apelar para ele… rsrsrsrsrsrsrs…